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Acaba de sair o novo EP EFK Force – We Don’t Stop 🔥
Atualizada em 31/05/2026
O trabalho chega reforçando a essência do grupo, trazendo atitude, identidade de rua e a energia que sempre marcou a trajetória da EFK. O lançamento já está disponÃvel nas principais plataformas digitais e também em uma edição limitada para colecionadores.
A versão em vinil terá apenas 150 cópias prensadas, tornando essa edição um item especial para fãs e DJs que valorizam a cultura Hip Hop em formato fÃsico.
Entrevistamos a turma do EFK Force com um resumo de sua história e acerca dos desafios e ainda empreender lançando discos de vinil:
Como surgiu o EFK Force, e o que inspirou vocês a lançar este projeto de electro-funk na Alemanha?
– Em 2013, o DJ Kobex me perguntou se eu poderia gravar uma introdução para uma mixtape. Ele quis saber o que eu queria em troca, e eu sugeri que ele fizesse alguns scratches para a música “Pioneers Of Electrofunk”. A faixa foi lançada pela City Beat Underground Electro e depois apareceu em uma versão estendida no nosso álbum de 2020, Fresh Beatz.
Em 2014, fizemos nossa primeira música juntos com o Elcobotz, e o EFK Force foi fundado. E.F.K. significava Elcobotz, Funkyastic, Kobex.
O Elcobotz não é mais membro do grupo desde 2023; em seu lugar, entraram DJ 2Tuff e Sutil. E.F.K. se tornou EFK e agora significa Electrofunk.
Você pode nos contar um pouco sobre a formação atual da banda e como cada membro contribui para o som e a produção?
– Atualmente, o EFK Force é formado por Funkyastic, DJ Kobex, DJ 2Tuff e Sutil. O Funkyastic cuida da composição, mixagem, masterização e da escrita e gravação das partes com vocoder; o Sutil é nosso MC e compositor; o DJ 2Tuff e o DJ Kobex são responsáveis pelas partes de scratch. No futuro próximo, no entanto, vamos envolver o DJ Kobex no processo de composição.
Quais foram as influências musicais ou culturais mais significativas que moldaram o som inicial do EFK Force?
– Definitivamente Afrika Bambaataa, Newcleus, Egyptian Lover, bem como os artistas alemães The Alliance, The Knightz of Bass, Dagobert e Funkmaster Ozone.
O Funkmaster Ozone desempenha um papel muito importante no desenvolvimento do Funkyastic. A amizade, a ajuda, o apoio e, acima de tudo, a inspiração dele fizeram o Funkyastic ser o que ele é hoje.
Quais são seus principais objetivos ou próximos projetos para os próximos anos?
– Temos o seguinte planejado para os próximos anos: Electro Shock III, um single com um megamix e uma faixa inédita nossa. Estamos atualmente trabalhando em uma música de electro-funk em colaboração com um MC da Alemanha, cantada em alemão.
Vocês planejam colaborar com outros artistas ou produtores da cena electro ou funk num futuro próximo?
– Já fizemos muitas músicas com outros músicos. Derfyl, E-Rocker, The Funk Tron Crew (que estamos tentando promover), Mega Jon Bass, Funkmaster Ozone e alguns outros… Veremos o que o futuro nos reserva. Estamos abertos a tudo e animados com qualquer colaboração.
Por que vocês decidiram lançar sua música em vinil numa época em que o streaming digital domina a indústria?
– Nossa música não está disponÃvel exclusivamente em vinil; você nos encontra no Bandcamp e em todas as plataformas digitais do mundo.
O vinil é um bônus para nossos fãs. Ainda hoje, há muitas pessoas que gostam de colocar um disco na vitrola e ouvi-lo.
O que o formato vinil oferece à sua música que outros formatos não conseguem oferecer — tanto em termos de som quanto de experiência para o fã?
– Vamos ser honestos: a master digital soa melhor. A questão é mais sobre ter algo nas mãos e reservar um tempo para ouvir o disco. Nas versões digitais, as pessoas ficam pulando de faixa em faixa. Com um vinil, você dedica muito mais tempo.
Como vocês abordam a masterização ou prensagem das suas faixas especificamente para vinil, em comparação com os lançamentos digitais?Â
– A masterização para vinil difere principalmente nas frequências altas e baixas. Menos grave é melhor… e se houver muitos agudos, o som pode distorcer, então eu uso um pouco menos aqui do que na master digital. Eu masterizo certas seções em mono para o disco.
Vocês encontraram desafios ou benefÃcios particulares ao distribuir sua música em vinil, especialmente como uma banda independente?
– O maior desafio são os custos exorbitantes de envio para fora da União Europeia. Mas a melhor parte é definitivamente quando recebemos mensagens pessoais com fotos e feedback sobre nossos discos. A cena electro-funk é muito pequena, por isso sempre produzimos quantidades relativamente pequenas.
Que conselho vocês dariam para novos artistas de electro-funk que estão pensando em lançar sua própria música em vinil?
– Prensagens pequenas, de no máximo 200 cópias
– Compare diferentes prensadoras
– Se você nunca fez uma masterização para vinil antes, busque ajuda
– Tente construir primeiro uma pequena base de fãs
WE DON’T STOP já está disponÃvel nas plataformas digitais via selo EFK FORCE.